As crianças, vítimas das separações

Perante estes resultados, os investigadores suecos discordam dos autores que consideram como circunstanciais e de consequências passageiras as alterações de conduta e emocionais dos filhos do divórcio. Os seus dados, dizem, casam melhor com as investigações, mais recentes, que detectam já transtornos a mais longo prazo.