O amor humano
Amar é dar-se; é encontrar a própria felicidade em fazer um outro feliz; o verdadeiro amor baseia-se no esquecimento de si. Mas implica uma contradição porque, ao mesmo tempo, ama-se porque se encontra a própria felicidade no outro; é pois uma tendência natural fazer do outro o instrumento da própria felicidade. O amor oscila do próprio para o outro.
Amar... [Ler o texto completo]
Euforia amorosa
Os noivos têm a ideia de que um amor muito profundo os une, capaz de resistir a todas as provas, porque o amor do noivado é estimulado pelo desejo ainda não realizado e porque apenas se vêem nesse momento os encantos da vida conjugal, apresentando-se as dificuldades ainda longínquas.
Os... [Ler o texto completo]
O conhecimento do outro
Nos primeiros tempos de um casamento, o verdadeiro conhecimento do outro e a antecipação do seu futuro desenvolvimento só é possível de uma maneira muito deficiente. Para isso é necessária uma convivência de anos. O conhecimento adquirido com o tempo pode ser doloroso, mas também libertador
“Amo-te... [Ler o texto completo]
Perigos da felicidade perfeita
Porque a felicidade perfeita é perigosa para os homens e ameaça fazê-los curvar sobre si mesmos. O egoísmo, um egoísmo de dois, que por isso é mais perigoso, porque o dissimula o amor, espreita os jovens esposos; e o hábito da vida fácil, a procura do prazer, ameaça enfraquecer neles a capacidade de sacrifício.
Contudo,... [Ler o texto completo]
Educar o amor
Uma vez correspondido o amor, obtido o consentimento, cada um dos amantes, noivos ou esposos, se deve preparar para viver para o outro. O homem deve pôr a sua felicidade em tornar a mulher feliz; a mulher, em tornar o homem feliz.
Educar... [Ler o texto completo]
Cultivar o amor
Se o amor é frágil, não se pode expor às rajadas do acaso: deve-se mantê-lo; deve-se cultivá-lo para que se desenvolva. Cada um dos esposos deve constantemente recomeçar a conquista do outro.
Depois,... [Ler o texto completo]